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Gabriel
era um menino muito carinhoso e querido
por todos, possuía plena saúde física e mental,
estava cursando o CA.

Gabriel
em sua festa de 6 anos em julho de 2004
e à esquerda a caminho da escola.
No dia 20 de fevereiro de 2005, quando Gabriel estava
saindo da casa dos avós, caiu de uma altura aproximada de
3 metros. A partir daí, sua vida e a de seus familiares fora
transformada para sempre.
Seus pais o levaram para o Carlos Chagas, ele estava
andando e conversando normalmente. Chegando lá foi atendido
e na radiografia começou a vomitar, o médico de plantão
o medicou com Dipirona e o mandou para casa dormir.
Em
casa, depois de 4 horas dormindo seu pai tentou acordá-lo
em vão. Ele estava em estado de coma devido ao traumatismo
craniano não diagnosticado pelo médico do Hospital
Carlos Chagas. Gabriel estava sem reações, foi levado
para a emergência de outro Hospital que não pode recebê-lo
por falta de leitos, onde indicaram o Hospital Geral de Bonsucesso
(HGB).

Gabriel ficou internado
no HGB em coma por 38 dias
Gabriel
chegou no HGB tendo uma parada respiratória, os médicos
foram muito atenciosos e rapidamente tomaram as providências
necessárias. Fizeram uma tomografia para detectar o coágulo
e fizeram uma cirurgia para a retirada, mas Gabriel não reagiu
à cirurgia pois a pressão intracraniana era muito
alta. Foi feita uma segunda cirurgia para a descompressão,
mas também sem nenhuma reação. Gabriel chegou
a uma pressão intracraniana de 200, mas Deus pela sua infinita
misericórdia livrou-o da morte.
Ele
ficou internado no CTI em coma por 38 dias, chegando a ser desenganado
pelos médicos por não ter nenhum tipo de reação,
nem mesmo a dor. O estado vegetativo de Gabriel levou os médicos
a cogitarem a hipótese de desligamento dos aparelhos, quando
isso foi feito, o pulmão do Gabriel teve uma reação
inesperada por todos.
Gabriel
ficou mais 37 dias internado na enfermaria, mas os médicos
não tinham nenhuma dúvida de que seu quadro não
iria mudar e que ele não teria nenhum progresso e ficaria
vegetando para sempre.
Sua
famíla nunca perdeu a esperança e a fé em Deus.
Gabriel foi para casa em maio de 2005 e ficou sob os cuidados da
família e de grandes amigos que conquistou. Hoje podemos
ver que os médicos estavam enganados e que nosso Gabriel
ainda vai melhorar muito mais.
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